quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Prazo de inscrição para concurso da Educação na PB termina nesta quinta



Concurso oferece quase duas mil vagas para Educação Básica 3. Há vagas para diversas áreas; confira.

Termina nesta quinta-feira (8) o prazo de inscrições para o concurso púbico que oferece quase duas mil vagas de professor de Educação Básica 3 da rede estadual de ensino. Para se inscrever, o candidato deve acessar o site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), preencher a ficha de inscrição, submeter as informações, imprimir o boleto bancários e efetuar o pagamento.

A taxa de inscrição é de R$ 70 e o pagamento deve ser feito até a sexta-feira (9). O edital pode ser consultado na página do IBFC.

São 348 vagas para a disciplina de Língua Portuguesa, 400 para Matemática, 20 para Arte, 216 para História, 244 para Geografia, 186 para Biologia, 178 para Química, 178 para Física e 60 para Educação Física.

O concurso terá provas objetivas e de títulos. As objetivas serão aplicadas nas cidades de João Pessoa, Campina Grande, Patos, Sousa e Cajazeiras no dia 9 de dezembro. Antes, no dia 3, será publicado o edital de convocação para as provas informando locais e horários.

Em cada município, 5% das vagas serão oferecidos a pessoas com deficiência. Para escolas estaduais na cidade de João Pessoa o concurso oferta 302 vagas e para escolas de Campina Grande são oferecidas 157 vagas.

fonte: Do G1 PB

Brasil é o quinto país mais lento do mundo para se abrir uma empresa


Papelada gerada pelo volume de taxas e burocracia fiscal explica a demora na abertura de empresas
Empreender no Brasil é uma experiência que Demanda foco, dinheiro e, segundo um relatório recentemente divulgado pelo Banco Mundial, também muita paciência. Isso porque a burocracia na regulamentação de um novo negócio coloca o País entre os cinco mais lentos do mundo para a abertura de uma empresa.

Enquanto na Nova Zelândia, Cingapura e até na Macedônia o empresário obtém todos os registros necessários para iniciar uma operação em, no máximo, três dias, no Brasil esse processo demanda, em média, quase quatro meses (119 dias).

Essa é apenas uma das conclusões da décima edição do “Doing Business 2013 – Regulamentos mais inteligentes para pequenas e médias empresas”, estudo elaborado anualmente pelo Banco Mundial e que tem como objetivo avaliar o nível de maturidade dos mercados no que tange a facilidade para atrair e manter negócios.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Novas normas contábeis dão transparência e crédito


Desde 2008, as Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS, do inglês) são o padrão de contabilidade oficial do Brasil.

Porém, apesar de sua obrigatoriedade e de haver uma versão resumida da IFRS para pequenas e médias empresas, ainda são poucas as que fornecem balanços nesse padrão.

O panorama tende a mudar com a maior exigência do mercado e a utilização desses balanços para fins tributários no futuro.

Quem se adapta às novas normas pode se beneficiar com relatórios mais apurados sobre a real situação da empresa e fornecer informações mais consistentes para investidores e bancos.

Para Adriano Gilioli, conselheiro do CRC-SP, a baixa adesão se deve em parte à cultura do empresário brasileiro, que ainda tende a ver a contabilidade como algo que é feito apenas para pagamento de impostos.

Outro fator de desmotivação é o fato de que, para fins de tributação, a IFRS ainda não é utilizada plenamente.

Entenda de uma vez por todas a sua contabilidade


Você sabe a diferença entre Simples Nacional, Lucro Presumido, Arbitrado ou Lucro Real? Se a sua resposta for não, saiba que não há do que se envergonhar. Apesar de representar um dos pontos cruciais para a gestão do negócio, são raros os empresários que conseguem escolher sem ajuda um dos modelos tributários previstos pela lei.

Tema espinhoso, a verdade é que o assunto faz parte daqueles campos praticamente intransponíveis da contabilidade – o que por si só já é motivo de careta para muitos empreendedores. No entanto, segundo especialistas em gestão tributária, é fundamental que o empreendedor compreenda as diferenças entre os modelos, os prós e contras de cada uma das quatro alternativas de apuração de impostos. Conhecer sobre o assunto faz diferença para o plano de negócios e, principalmente, para a conta bancária da empresa.

“Ao virar as costas para os modelos contábeis, o empresário comete um erro que pode lhe ser caro”, afirma o advogado tributarista Miguel Silva, sócio do escritório Miguel Silva & Yamashita Advogados. “O empreendedor simplesmente pode pagar mais em impostos do que realmente precisa ou se expõe demais aos fiscais”, afirma.

TST impede redução de multa do FGTS


As empresas de terceirização de mão de obra não podem, por meio de convenção coletiva, reduzir de 40% para 20% a multa sobre o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) com a promessa de contratação e estabilidade em companhias que as substituirão na prestação de serviços. A decisão é do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e não cabe mais recurso.

Esse tipo de acordo tem sido firmado principalmente no Distrito Federal. O vencedor de licitação pública se comprometeria a contratar todos os funcionários do prestador de Serviços anterior. Em troca, reduz-se a multa do FGTS. Essa negociação é estabelecida por meio das chamadas cláusulas de continuidade, previstas em convenções coletivas.

No caso analisado pelo TST, os ministros da Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) foram unânimes em considerar a cláusula nula. Ao ser demitida, uma empregada teve sua indenização sobre o saldo do FGTS reduzido a 20% por se considerar que houve culpa recíproca como causa para rescisão contratual com prestador de Serviços terceirizados. Para os ministros, essa cláusula seria "manifestamente inválida, na medida em que vincula terceiros que não participaram da negociação coletiva". Isso porque a próxima empresa a assumir o contrato público acabaria por ser "compelida a contratar esses funcionários".

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Imposto de renda não tem previsão de redução no Brasil


Aumento do imposto sobre valor agregado, cortes de gastos em série e uma surpreendente redução de um ponto percentual do Imposto de renda para as famílias que ganham até 28 mil euros anuais. Após uma longa reunião de gabinete, essas foram algumas das medidas anunciadas no início de outubro pelo primeiro-ministro da Itália, Mario Monti, para cumprir as metas de Orçamento negociadas com a União Europeia em um pacote que totaliza 11,6 bilhões de euros. Por aqui, não há nenhum indicativo de baixa no Imposto de renda pelo Ministério da Fazenda, mas os especialistas afirmam que o governo também vem adotando políticas fiscais pró-ativas que visam resgatar a Economia no cenário de crise. Enquanto na Itália, o que preocupa é a própria renda dos trabalhadores, no Brasil, o alvo dos incentivos é o consumo.

Com o país atravessando um período de forte Recessão econômica, agravada pelas medidas de austeridade adotadas por Monti desde o início de seu exercício, o governo recorreu à redução da alíquota na tentativa de aquecer uma Economia afetada pelo desemprego, na qual a arrecadação de tributos está estanque. "Uma vez que existe uma crise muito grande, os países europeus tocam na renda justamente para recuperá-la, enquanto no Brasil, a Política fiscal é direcionada para o consumo", explica o professor Alfredo Meneghetti Neto, da Faculdade de Administração, Contabilidade e Economia da PUCRS.

Com o crescimento da classe média, restou estimular que o dinheiro circule. Para isso, o governo concedeu desonerações fiscais a diversos produtos, em especial industrializados, na expectativa de que a Economia reaja nesses setores. "Ao receber essas reduções de impostos, os empresários desses segmentos repassam para o Preço e com isso, o brasileiro, através do aumento do crédito, vem melhorando a demanda", diz Meneghetti.

Menos impostos para a construção


A desoneração tributária para materiais de construção civil e de móveis deve acontecer só no dia 30 de novembro deste ano, segundo afirmou ontem o titular da Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-CE), Mauro Benevides Filho. As novas regras de tributação deveriam ter sido divulgadas em agosto passado. O motivo do atraso deve-se a um pedido de redução da Carga Tributária por parte de representantes do primeiro segmento, o qual não estava previsto e ainda segue sob análise da pasta.

"A secretaria está estudando para ser discutido com o governador até dia 30 de novembro", reafirmou. Pelo projeto inicial negociado entre a Sefaz e os representantes do setor, os produtos seriam tributados diretamente na distribuição, o que diminuiria o trabalho de fiscalização, e já estaria garantido pelo governador Cid Gomes.

De acordo com o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon-CE), Roberto Sérgio, há muito o setor havia solicitado ao governo estadual a redução do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) para o material de construção a ser usado nas obras do Minha Casa, Minha Vida. "Pleiteamos essa redução para o Minha Casa, Minha Vida. A ideia era que essa diferença do imposto fosse para um fundo habitacional, o que ajudaria a construir mais moradias", explica.

Contudo, o presidente do Sinduscon-CE acrescenta que, após o governo federal anunciar a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para diversos itens da construção civil, como tintas, louças sanitárias e cerâmicas, o setor voltou a conversar com o governo estadual, por meio da Sefaz, para ampliar a redução do ICMS.

O PERFIL DO CONTABILISTA NO SÉCULO XXI

A presença do contabilista é cada vez mais imprescindível para a sociedade e para as organizações, sejam elas de finalidade lucrativa ou não.


A principal característica desta profissão, no século XXI, será o conhecimento aplicado. Não menos importante, é que o contabilista precisa ser um profissional flexível, autodidata e preparado para enfrentar desafios de uma profissão na qual a  competição e exigências crescem a cada dia.

Sua função, neste século, pode ser considerada a de um gestor de informações. Seu conhecimento deve ser amplo, compreendendo as normas internacionais de contabilidade, legislação fiscal, comercial e correlatas.

Outras habilidades imprescindíveis são: capacidade de se expressar de forma clara e sintética, ótima redação, domínio de recursos de informática (planilhas, textos, internet) e conhecimentos de estatística.

O contabilista precisa conhecer e utilizar-se de relações humanas, além de técnicas de administração. Não pode ficar alheio ao mundo que o cerca, e precisará ler continuamente, tornando-se um autodidata por excelência. Precisa ser ético, ter capacidade de inovar e criar, desenvolvendo também sua capacidade de adaptação - pois mudanças fazem parte do cenário empresarial e corporativo.

A área de atuação do profissional contábil é bastante ampla, oferecendo inúmeras alternativas de trabalho. Dentre algumas áreas, além da tradicional atuação na prática de escrituração contábil, destacam-se:

domingo, 4 de setembro de 2011

Processo Seletivo para os Cursos Técnicos começa segunda-feira (05)


O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) abre inscrições para o Processo Seletivo 2012, primeiro e segundo semestres, para os Cursos Técnicos Subsequentes ao Ensino Médio e para os Cursos Técnicos Integrados ao Ensino Médio da Instituição.
Estão sendo ofertadas 2.534 vagas, sendo 1.206 para o técnico integrado e 1.328 para o técnico subsequente,  distribuídas entre os Campi Cabedelo, Cajazeiras, Campina Grande, Guarabira, João Pessoa, Monteiro, Patos, Picuí, Princesa Isabel e Sousa. O período de inscrição vai de 05 de setembro a 21 de outubro. Consulte o edital e confira os cursos ofertados e seus respectivos campi e outras informações. As provas serão realizadas no dia 4 de dezembro de 2011 das 8h às 12h.
Para concorrer a uma das vagas dos Cursos Técnicos Integrados o candidato deve ter concluído ou estar concluindo o 9º do Ensino Fundamental e para os Cursos Técnicos Subsequentes ao Ensino Médio o interessado deve ter concluído ou estar concluindo o Ensino Médio ou Equivalente.

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